segunda-feira, 13 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Pré-requisitos
No início, no ponto de partida, no tempo racional a análise é feita, a decisão ou a opinião é formada.
Um não! Um não redondo por razões óbvias e concretas. Por uma vida que não cola com a outra e porque por alguma razão não segue o que se quer.
Porque já o Rui Veloso cantava, "não se ama alguém que não ouve a mesma canção".
Não dá, não resulta. Pura e simplesmente existem incompatibilidades que com o tempo a passar, elas criam relevo... Aumentam as diferenças e a visibilidade nua e directa. Daí para o resultado certo é um passo.
Não se acredita no "Amor e uma Cabana". Não se é sonhadora e muito menos romântica a esse ponto.
Sempre fui assim desde que me conheço. Confesso que algumas vezes, não muitas me distanciei deste meu ponto, mas nunca o esqueci. Ressalvou-me em alguns momentos criando reservas... Que hoje agradeço...
Terei eu a fórmula de sucesso?
Saberei como e quem direccionar?
Vale a pena essa base de pressuposto?
Olhando friamente, a resposta é simples... Não me parece de todo. Por todas e mais alguma razão. (!!)
Não é o "tipinho" mais ou menos pré definido que poderá fazer sorrir e olhar duas e três vezes.. Fácil, facílimo perceber isso. Mas também se não for, complica-se.
Há sempre a ideia que cresce em nós e desenvolve-se à medida que o nosso corpo vai crescendo. Passa-se de ideias de barbies a outras mais consistentes e não palpáveis. Os nossos pré-requisitos vão entranhando em nós e não nos soltam.
Pontos estes que são totalmente independentes da capacidade de gerar brilho, mas a não existência deles cria resistência e medo do que se pode perder se não continuarmos o nosso caminho..
Claro está que há relações e ralações distintas. Há situações sérias e outras menos. E toda esta teoria varia os níveis de exigência ou importância.
Para passar umas horas prolongados a alguns dias tudo isto não faz sentido...
Não faz?...
Voltando ao ponto de partida...
Sabe-se que não. Não se consegue olhar nem um pouco mais à frente...
O que se faz? Vai-se embora?
Aqui está o problema do ser humano. Não vai. Sabe que não quer, ou pelo menos sabe até onde quer. Mas chama e apela o outro...
Aqui geralmente as vontades caminham para ser distintas e também o grau de envolvimento. E é aqui que geralmente alguém se magoa.
Desvalorizando um pouco este ciclo vicioso pode dizer-se que isto já aconteceu a todos e a cada um de cada lado. Além disso, o magoar é relativo. São raras as situações em que surge o grande amor. Serão situação fáceis e rápidas de esquecer, só mais complicadas de ultrapassar por causa do Ego...
Mesmo assim, fará sentido magoar alguém? Por mais indolor que seja?
São opções egoístas e nutrem directamente o nosso bem estar.
Porquê entrar no espaço quando se sabe que não se quer correr, apenas caminhar...
E isso consegue-se?
Mesmo tendo passado pelo outro lado?
Será a inteligência emocional assim tão difícil? A batalha entre o certo e o errado, e o que se deve e não fazer. Mexe com o ego e a atracção que existe, que normalmente não quer ser combatida mas sim saciada.
Já somos adultos, já fazemos o que queremos...
É precisamente esse o problema.
Um não! Um não redondo por razões óbvias e concretas. Por uma vida que não cola com a outra e porque por alguma razão não segue o que se quer.
Porque já o Rui Veloso cantava, "não se ama alguém que não ouve a mesma canção".
Não dá, não resulta. Pura e simplesmente existem incompatibilidades que com o tempo a passar, elas criam relevo... Aumentam as diferenças e a visibilidade nua e directa. Daí para o resultado certo é um passo.
Não se acredita no "Amor e uma Cabana". Não se é sonhadora e muito menos romântica a esse ponto.
Sempre fui assim desde que me conheço. Confesso que algumas vezes, não muitas me distanciei deste meu ponto, mas nunca o esqueci. Ressalvou-me em alguns momentos criando reservas... Que hoje agradeço...
Terei eu a fórmula de sucesso?
Saberei como e quem direccionar?
Vale a pena essa base de pressuposto?
Olhando friamente, a resposta é simples... Não me parece de todo. Por todas e mais alguma razão. (!!)
Não é o "tipinho" mais ou menos pré definido que poderá fazer sorrir e olhar duas e três vezes.. Fácil, facílimo perceber isso. Mas também se não for, complica-se.
Há sempre a ideia que cresce em nós e desenvolve-se à medida que o nosso corpo vai crescendo. Passa-se de ideias de barbies a outras mais consistentes e não palpáveis. Os nossos pré-requisitos vão entranhando em nós e não nos soltam.
Pontos estes que são totalmente independentes da capacidade de gerar brilho, mas a não existência deles cria resistência e medo do que se pode perder se não continuarmos o nosso caminho..
Claro está que há relações e ralações distintas. Há situações sérias e outras menos. E toda esta teoria varia os níveis de exigência ou importância.
Para passar umas horas prolongados a alguns dias tudo isto não faz sentido...
Não faz?...
Voltando ao ponto de partida...
Sabe-se que não. Não se consegue olhar nem um pouco mais à frente...
O que se faz? Vai-se embora?
Aqui está o problema do ser humano. Não vai. Sabe que não quer, ou pelo menos sabe até onde quer. Mas chama e apela o outro...
Aqui geralmente as vontades caminham para ser distintas e também o grau de envolvimento. E é aqui que geralmente alguém se magoa.
Desvalorizando um pouco este ciclo vicioso pode dizer-se que isto já aconteceu a todos e a cada um de cada lado. Além disso, o magoar é relativo. São raras as situações em que surge o grande amor. Serão situação fáceis e rápidas de esquecer, só mais complicadas de ultrapassar por causa do Ego...
Mesmo assim, fará sentido magoar alguém? Por mais indolor que seja?
São opções egoístas e nutrem directamente o nosso bem estar.
Porquê entrar no espaço quando se sabe que não se quer correr, apenas caminhar...
E isso consegue-se?
Mesmo tendo passado pelo outro lado?
Será a inteligência emocional assim tão difícil? A batalha entre o certo e o errado, e o que se deve e não fazer. Mexe com o ego e a atracção que existe, que normalmente não quer ser combatida mas sim saciada.
Já somos adultos, já fazemos o que queremos...
É precisamente esse o problema.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Verdade...
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
Da história da gente
E outras de quem nem o nome
Lembramos ouvir
...
Mariza
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
Da história da gente
E outras de quem nem o nome
Lembramos ouvir
...
Mariza
in "Público"
Acho que é já de conhecimento público que adoro a Itália. A comida, as cidades, a lingua,...., e também existe o primeiro-ministro!
Este último é um achado. Penso que posso elege-lo como o dirigente mais "idiota" ou "palhacito" do mundo e arredores, agora que o Bush foi à vida dele.
Lembrei-me disto porque estava a ver as notícias, e vi esta pérola para juntar às tantas outras que este senhor gosta tanto de enunciar! Cá vai...
"Sismo: Berlusconi pede aos sobreviventes que encarem a situação como "um fim-de-semana no parque de campismo"
O primeiro-ministro italiano voltou às declarações polémicas. Referindo-se às vítimas do sismo que na passada segunda-feira abalou a região centro de Itália e aos milhares de desalojados que estão provisoriamente acomodados em tendas, Silvio Berlusconi disse para encararem a situação como "um fim-de-semana no parque de campismo".
“Não lhes falta nada. Têm cuidados médicos, comida quente... Claro que o actual lugar de abrigo é provisório, mas há que encarar a situação como um fim-de-semana no parque de campismo”, respondeu Berlusconi à cadeia de televisão alemã N-TV.
...
O primeiro-ministro renunciou, porém, visitar pessoalmente as áreas mais atingidas da cidade de L'Aquila, ao contrário do que tinha anunciado anteriormente."
Não é fantástico?
:)
Este último é um achado. Penso que posso elege-lo como o dirigente mais "idiota" ou "palhacito" do mundo e arredores, agora que o Bush foi à vida dele.
Lembrei-me disto porque estava a ver as notícias, e vi esta pérola para juntar às tantas outras que este senhor gosta tanto de enunciar! Cá vai...
"Sismo: Berlusconi pede aos sobreviventes que encarem a situação como "um fim-de-semana no parque de campismo"
O primeiro-ministro italiano voltou às declarações polémicas. Referindo-se às vítimas do sismo que na passada segunda-feira abalou a região centro de Itália e aos milhares de desalojados que estão provisoriamente acomodados em tendas, Silvio Berlusconi disse para encararem a situação como "um fim-de-semana no parque de campismo".
“Não lhes falta nada. Têm cuidados médicos, comida quente... Claro que o actual lugar de abrigo é provisório, mas há que encarar a situação como um fim-de-semana no parque de campismo”, respondeu Berlusconi à cadeia de televisão alemã N-TV.
...
O primeiro-ministro renunciou, porém, visitar pessoalmente as áreas mais atingidas da cidade de L'Aquila, ao contrário do que tinha anunciado anteriormente."
Não é fantástico?
:)
terça-feira, 7 de abril de 2009
Para nós! :P
"Our hopes and expectations
Black holes and revelations"
Obrigada por terem gozado comigo! Agora não esqueço nunca mais!!! :)
Muse
Muse
Muse
Black holes and revelations"
Obrigada por terem gozado comigo! Agora não esqueço nunca mais!!! :)
Muse
Muse
Muse
Cigarros
Costumo ir fumar um cigarro pelas imediações da manhã e da tarde!
Normalmente são 2 pela manhã e 1 à tarde. Porque não o contrário? Não sei.. São aquelas rotinas que se impõem não sei muito bem porquê, mas inofensivas o suficiente para nem sequer as por em causa.
Geralmente "rezo" para não estar ninguém à porta. Não que não goste das pessoas, mas aqueles 7 minutos de reflexão interior sabem-me tão bem... Muitas vezes não penso sequer em nada, mas sabe-me bem e ponto!
Claro que nem sempre tenho essa sorte. Tenho variadas personalidades de convívio, variadíssimas diria.
Os brincalhões, os meios calados e os tais dois!
Um tal que só fala única e exclusivamente do tempo.
Da água da chuva para as barragens, da neve em tempos de calor. Do frio que faz nas montanhas e do sol que vem aí.
Da água para a agricultura e do tempo que vai fazer daqui a aproximadamente 7 anos e uns dias. Da altura do mar e da junção dos planetas face as intempéries recentes relativas à camada do Ozono.
Eu entendo que seja um tema sempre actual, já que temos 4 estações por ano, e por aqui na costa o tempo sempre vai mudando de chuva no Inverno a calor no Verão, supondo um leque enorme de temas já que adicionalmente existe sempre o "tempinho ameno".
Há ainda o outro tal companheiro que demora cerca de 3 minutos e meio a juntar as frases num discurso. Perdão, a juntar as palavras.
Imaginem-me a olhar para o senhor, com o cigarro na mão à espera que ele junte: Olá..... pausa........... pausa......... Sónia! Sabe...... pausa..............pausa..........ontem..... pausa......
Acabou o cigarro.
Com estes senhores eu choro por dentro e doi muito! Muito... Sinto-me mesmo sem força ou qualquer capacidade de reacção quando me apercebo que a "tracita" deles foi ao mesmo tempo que a minha..
Doi muito...
Precisava de desabafar e de pedir desculpa aos deuses pelo meu mau comportamento com estes senhores pela minha falta de paciência passado todos estes anos, 3 vezes por dia quando o azar bate à minha porta e a vontade de fumar também.
Meus senhores, desculpe-me.. Eu penitencio-me!
Mas quando eu me rio é porque não os ouço, quando tento olhar para a direita quando estão à esquerda não é por mal..
Se digo que tenho sono porque abro a boca é falso.. é o meu sistema nervoso. Não me doem as costas quando caminho todos aqueles metros para lá ao fuuundoooo!
É porque os senhores são chatos como o caraças e não sabendo que eu sou o "gafanhoto gigante" e que os posso matar inúmeras vezes .
Desculpe-me meu Deus, mas eu não tenho paciência.
Normalmente são 2 pela manhã e 1 à tarde. Porque não o contrário? Não sei.. São aquelas rotinas que se impõem não sei muito bem porquê, mas inofensivas o suficiente para nem sequer as por em causa.
Geralmente "rezo" para não estar ninguém à porta. Não que não goste das pessoas, mas aqueles 7 minutos de reflexão interior sabem-me tão bem... Muitas vezes não penso sequer em nada, mas sabe-me bem e ponto!
Claro que nem sempre tenho essa sorte. Tenho variadas personalidades de convívio, variadíssimas diria.
Os brincalhões, os meios calados e os tais dois!
Um tal que só fala única e exclusivamente do tempo.
Da água da chuva para as barragens, da neve em tempos de calor. Do frio que faz nas montanhas e do sol que vem aí.
Da água para a agricultura e do tempo que vai fazer daqui a aproximadamente 7 anos e uns dias. Da altura do mar e da junção dos planetas face as intempéries recentes relativas à camada do Ozono.
Eu entendo que seja um tema sempre actual, já que temos 4 estações por ano, e por aqui na costa o tempo sempre vai mudando de chuva no Inverno a calor no Verão, supondo um leque enorme de temas já que adicionalmente existe sempre o "tempinho ameno".
Há ainda o outro tal companheiro que demora cerca de 3 minutos e meio a juntar as frases num discurso. Perdão, a juntar as palavras.
Imaginem-me a olhar para o senhor, com o cigarro na mão à espera que ele junte: Olá..... pausa........... pausa......... Sónia! Sabe...... pausa..............pausa..........ontem..... pausa......
Acabou o cigarro.
Com estes senhores eu choro por dentro e doi muito! Muito... Sinto-me mesmo sem força ou qualquer capacidade de reacção quando me apercebo que a "tracita" deles foi ao mesmo tempo que a minha..
Doi muito...
Precisava de desabafar e de pedir desculpa aos deuses pelo meu mau comportamento com estes senhores pela minha falta de paciência passado todos estes anos, 3 vezes por dia quando o azar bate à minha porta e a vontade de fumar também.
Meus senhores, desculpe-me.. Eu penitencio-me!
Mas quando eu me rio é porque não os ouço, quando tento olhar para a direita quando estão à esquerda não é por mal..
Se digo que tenho sono porque abro a boca é falso.. é o meu sistema nervoso. Não me doem as costas quando caminho todos aqueles metros para lá ao fuuundoooo!
É porque os senhores são chatos como o caraças e não sabendo que eu sou o "gafanhoto gigante" e que os posso matar inúmeras vezes .
Desculpe-me meu Deus, mas eu não tenho paciência.
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